A República Portuguesa está tecnicamente falida — é preciso agir agora para não entrar em falência também

Comprove neste documento como as suas economias, o património da sua família e a sua reforma estão seriamente ameaçados

 

Caro leitor,

A República Portuguesa está tecnicamente falida.

E este COLAPSO nas contas públicas afetará diretamente as suas economias e o património da sua família nos próximos dois anos.

A menos que comece a agir agora.

Estamos diante de um COLAPSO com reflexos diretos no seu dia-a-dia, na sua reforma e na possibilidade de sonhar com um futuro melhor.

Esqueça o Reino Unido pós-Brexit: com o #PortugOUT estaremos diante de uma situação muito pior do que a dos britânicos.

E mais próximos disto…

Antes de prosseguir, no entanto, faço um alerta: este documento não contém sequer um dado económico sem o devido fundamento.

Todas as constatações nele contidas são estritamente algébricas.

Tão-pouco tenho a pretensão de assustá-lo.

O que se segue é rigorosamente o mesmo que estou a utilizar com segurança para proteger o meu património e o da minha família.

O meu nome é Pedro Gonçalves. Sou economista licenciado em Finanças pelo ISCTE – Business School e mestre em Gestão pela Católica. Fui gestor de carteiras de ações no Millennium Investment Banking.

Aprendi a lidar com finanças e números desde a infância, ao ver o meu pai contabilista passar noites em claro em Lisboa a tentar salvar pequenos comerciantes das inúmeras tempestades vividas no país.

Muitos não conseguiram e, endividados, fecharam as portas. Comprometeram o seu futuro e o das suas famílias para todo o sempre.

Assumi como uma obrigação pessoal e moral que também os ajudaria, como o meu dedicado pai me ensinou.

Hoje, incorporo essa missão como redactor-chefe da Empiricus, a maior casa de análises financeiras independente em língua portuguesa.

Como responsável pelo boletim Mercado em 5 Minutos em Portugal, com mais de 60 mil leitores diários, tenho recebido milhares de mensagens de cidadãos extremamente preocupados com a situação atual do país.

São relatos dramáticos de pessoas comuns que revelam que receiam perder o seu dinheiro e património, ver rebaixado o seu padrão de vida e não conseguir uma poupança digna para os filhos…

Compartilho das apreensões da Maria Filomena, de Vila Nova de Gaia.

Preocupa-me muito o total desconhecimento do real impacto que o COLAPSO da República Portuguesa acabará por ter na prática.

Refiro-me ao dia em que o Estado português não terá mais capacidade para cumprir as suas obrigações e terá, novamente, de pedir ajuda externa.

Por isso estou aqui, agora.

O seu futuro e o da sua família
estão por um fio

Em maior ou menor grau, a crise já afetou os negócios, o emprego, a poupança, os investimentos e as reformas no país.

A educação dos filhos teve de ser revista, os destinos de viagem foram alterados… Os tuppers substituíram os almoços nos restaurantes, o conceito de low cost enraizou-se nas compras do nosso quotidiano.

Certamente tem um filho ou sobrinho formado e que até hoje não conseguiu arranjar o primeiro emprego, como contou a Maria Filomena.

Ou até mesmo sabe de alguém que ficou desempregado e que tenta há anos voltar ao mercado de trabalho.

De certa forma, TODOS os cidadãos portugueses foram afetados por esta crise que parece nunca mais terminar.

Mas o que lhe vou mostrar a seguir é que tudo isso pode agravar-se ainda mais – e exigir medidas extraordinárias para a defesa do seu património.

Sabe, por exemplo, que o acesso de Portugal ao financiamento do Banco Central Europeu está por um fio neste momento?  

Que apenas essa linha ténue está a permitir a sustentabilidade da nossa dívida e do seu estilo de vida e do da sua família?

É urgente que perceba uma coisa: os olhos do mundo estão voltados para o país novamente e isso não se deve nem à seleção nacional nem ao facto de o Guterres ter sido eleito secretário-geral da ONU.

Somente estas revelações, reservadas para o terceiro ponto deste documento, terão impacto diretamente nas economias de milhões de cidadãos portugueses.

A situação é complexa. E o desfecho, trágico.

Por isso mesmo, sei que é provável que se esteja a perguntar:

Então, por que é que quase ninguém
fala disso?

Estou ciente de que as revelações deste documento produzirão um impacto significativo sobre as esferas do poder.

Gastei tanto tempo e recursos para produzi-lo por um motivo simples: acredito que apenas e só a Empiricus pode mostrar estas verdades.

As outras instituições entraram em conflito de interesses e mantêm relações estreitas com o governo ou grupos afins.

A Empiricus, por sua vez, é TOTALMENTE INDEPENDENTE, desvinculada de partidos políticos, bancos, media e corretoras.

O nosso foco é apenas – e tão somente – a análise.

Para indicar estratégias defensivas a fim de proteger as suas economias, como agora, e também oferecer uma oportunidade real de multiplicação do seu dinheiro.

Mas permita-me esclarecer um último pormenor, antes de mostrar o caminho para a preservação do seu património e do da sua família.

Ao revelar este COLAPSO ao grande público,
não estaria eu a contribuir de alguma forma para a
instabilidade do sistema?

Como economista tenho por vocação e dever fiduciário alertá-lo. Ainda que tal possa representar um risco para mim e para a Empiricus.

Gostaria que percebesse que os insiders do mercado, o gestor bancário ou o Banco de Portugal não vão entrar em contacto consigo a explicar que está tudo a desmoronar.

Por isso estou aqui, agora. E afirmo com convicção: é hora de proteger-se do COLAPSO.

Para compreender os dados a seguir, de forma a tirar algum proveito na prática, é necessário ir além dos gestores, dos media, do governo.

A magnitude do problema no país é muito maior do que todos querem fazer parecer.

Adianto que o que está prestes a comprovar vai gerar polémica e pode ofender determinados segmentos do público, independentemente da orientação política e ideológica de cada um.

ATENÇÃO – este documento mostrará que:

1. A dívida de Portugal é insustentável e tem uma dinâmica explosiva;

2. Estagnamos em termos absolutos e empobrecemos em termos relativos;

3. O juro sobre a dívida é artificialmente baixo e pode disparar;

4. As bombas-relógio dos gastos que já foram contratados;

5. Portugal está tecnicamente falido – uma comprovação algébrica;

6. Restam poucas alternativas ao desfecho da crise;

7. Como proteger o seu património e o da sua família desse COLAPSO.

Peço apenas uns segundos da sua paciência. Não se arrependerá.

Reforço: toda a argumentação é muito simples.

1. A DINÂMICA EXPLOSIVA DA DÍVIDA
PÚBLICA PORTUGUESA

O país tem uma dívida pública insustentável.

Fonte: DGO/MF | BP | INE, PORDATA

Em 2000, a nossa dívida era de 61 mil milhões de euros, ou 48% do PIB – o tratado da moeda única estabelecia à época um patamar máximo de 60%.

Cinco anos depois, no entanto, já atingíamos os 96 mil milhões de euros, superando em dois pontos (62%) o patamar fixado do euro em relação ao PIB.

O que foi feito, então? Apertámos os cintos?

Não. Continuámos a aumentá-la.

Ou melhor: a levá-la a patamares nunca antes vistos. Em 2011, chegou a 185 mil milhões de euros. Ou nada menos que 108% do PIB.

E, para piorar, descobriu-se que nem tudo estava a ser contabilizado. Faltava incluir o passivo das empresas públicas. Na realidade, o problema era muito maior…

Tanto que acabámos de registar uns impressionantes 242 mil milhões de euros de dívida em novembro, período dos últimos dados disponíveis.

Sim, aproximamo-nos do COLAPSO a uma velocidade assustadora.

E nem eventuais melhoras a conta-gotas são capazes de reverter esse quadro.

A verdade é que, para manter um Estado cada vez mais inchado, estamos a comprometer a nossa geração de riqueza e as gerações futuras.

E isso é muito grave.

Quando, nas últimas décadas, nos disseram que éramos ricos… realmente acreditámos que podíamos gastar acima das nossas possibilidades.

Os resultados estão à vista de todos. Mas são sentidos principalmente no seu bolso.

Porque, se por um lado, os seus hábitos mudaram com a crise da dívida… A retórica dos líderes nacionais não mudou, continuando a ignorar os factos alarmantes.

E a gastar mais.

Não havendo interrupção dessa dinâmica explosiva, simplesmente caminhamos para a impossibilidade de pagar essa dívida muito em breve.

2 . O CRESCIMENTO ESTÁ LONGE DE
ACOMPANHAR A DÍVIDA

Já viu que a dívida pública do país é insustentável.

Mas há uma agravante: toda a riqueza gerada pelo país não cresce pelo menos na mesma proporção desse passivo.

Não chega nem perto disso.

A dívida encontra-se há anos em patamares superiores àqueles observados em países com rendimentos semelhantes.

O gráfico seguinte ilustra bem o que estou a dizer.

Fonte: Banco de Portugal 2017

É como se todas as linhas do custo da sua família estivessem a aumentar em proporção superior à expansão do seu salário e dos seus rendimentos.

A verdade é que estagnámos em termos absolutos e empobrecemos em termos relativos nos últimos 15 anos.

Já consegue perceber a aproximação do COLAPSO?

Mesmo com a notícia de que Portugal cresceu 1,6% no terceiro trimestre de 2016, não convém esquecer que numa base anual o crescimento ficará aquém das previsões do governo que eram de 1,8% no orçamento de Estado.

E muito longe do “desejo” socialista de crescimento ao ano de 2,6%.

No entanto, outras fontes já deixaram claro que estão a pensar de forma muito diferente.

As projeções mais recentes do FMI apontam para o oitavo ano de crescimento do PIB abaixo da média dos países do euro.

Em dezembro último, o FMI estimou que o PIB cresça 1,1% em 2017, com um corte de 0,2 pontos percentuais em relação às suas projeções de abril.

Acredite: cada ponto percentual aqui faz uma enorme diferença nas contas do Estado e no seu bolso, ao contrário do que as autoridades querem fazer parecer.

Com isso, a relação dívida/PIB só tende a aumentar, até atingir um nível em que explode. Vamos chegar facilmente a 135%, 140%…

Sem contar ainda com a agravante da queda do investimento.

A relação Investimento/PIB que nunca foi uma maravilha em Portugal, vem caindo de maneira consistente desde 2011.

E num clima como este instala-se o receio e aí é mais difícil investir. É uma bola de neve.

A Maria Filomena, de Gaia, os meus familiares, taxistas, donos de pastelarias, aqueles que vivem do turismo rural, milhares de pequenos empresários espalhados pelo país, todos estamos receosos e preocupados…

Mas, claro, se o investimento cai, a economia ressente-se e o gasto do governo aumenta.

E gastamos mais para manter um governo inchado do que com os investimentos necessários para o país trilhar a rota do crescimento.

3. A SOBREVIVÊNCIA DA REPÚBLICA
ESTÁ POR UM FIO

É simples: não emprestaria as suas poupanças a alguém que reconhecidamente gasta mais do que recebe, não é verdade?

Ou que é visto por aí como um mau pagador…

Isso vale tanto para a Filomena do pequeno restaurante em Gaia como para as mais altas esferas de investidores do sistema financeiro internacional.

Não faria isso a menos que o retorno fosse muito, mas muito interessante mesmo, com juros bem altos.

O suficiente para correr o risco de não receber o dinheiro emprestado de volta.

No caso de Portugal, apenas uma linha ténue impede o corte do financiamento da dívida para a manutenção do seu padrão de vida, e esses juros de dispararem.

Reforço: estamos literalmente por um fio.

Até ao final de novembro, apenas uma pequena agência internacional atribuía o selo de bom pagador a Portugal: a canadiana DBRS.

Mas no final do mês, a notícia saiu como uma bomba.

A DBRS pôs a Caixa Geral de Depósitos sob vigilância negativa e poderá rever em baixa o rating do banco público.

Um sinal intermitente à forma como o governo conduziu o processo de escolha de António Domingues e que resultou na renúncia do gestor ao cargo, após semanas envoltas em polémica.

O resultado?

Uma perda em toda a linha.

Perda para os acionistas da CGD (que somos todos nós, os contribuintes), para o próprio banco do estado e para as outras instituições bancárias que podem sair contaminadas na avaliação feita pelos investidores.

Uma trapalhada que vai sair cara.

Só não sabemos ainda o quanto.

Veja bem: as três maiores agências de classificação de risco (S&P, Moody’s e Fitch) já nos colocaram entre os emissores de “junk bonds”, ou seja, títulos da dívida considerados “lixo”.

E se rebaixado pela DBRS, a única que nos coloca como investimento não-especulativo, Portugal perderia o acesso ao programa de compra de ativos do Banco Central Europeu.

Por outro lado, o aumento da taxa de juro no mercado de dívida com prazo a 10 anos intensifica a pressão para a agência canadiana rever o rating.

O aumento dos custos de financiamento do estado acaba por elevar ainda mais as incertezas.

Reflita comigo: ao comprar a dívida portuguesa, o BCE ajuda a manter os seus juros baixos.

Mas há um limite: a instituição não pode ultrapassar no total das suas compras um terço do total da dívida emitida por um Estado-membro.

E um rebaixamento pela DBRS significaria a interrupção dessa intervenção do BCE, tendo sido atingida essa proporção ou não.

Com isso, os investidores passarão a exigir uma taxa ainda maior para emprestarem dinheiro ao Estado português.

Assim, a dívida, que já é grande, ficará ainda maior.  

E muito mais cara.

De uma forma ainda mais clara, sem uma reforma ampla e profunda urgente, a dívida portuguesa que provoca a falência da República não será mais administrável. 

E o COLAPSO, inevitável.

Os contribuintes já pagam mais de 8 milhões de euros em juros por dia. Temos o custo mais elevado entre os países do euro nessa área.

Simplesmente não teremos mais como pagar essa dívida. É o que acontece ao país.

E como se não bastasse tudo isso, ainda temos…

4. AS BOMBAS-RELÓGIO DOS
GASTOS JÁ CONTRATADOS

Os compromissos que assumimos há décadas segundo a Constituição dão pouca margem de manobra para controlar os gastos públicos.

De facto, a maioria dos gastos para os próximos anos já está contratada.

Os custos com pensões no Orçamento do Estado, por exemplo, representam um aumento de quase 3.000 milhões de euros em 5 anos.

E as chamadas despesas sociais (em grande parte, as reformas) respondem por nada menos que 62,7% do total efetivo dos pagamentos do Estado.

Sabia também que as Parcerias Público-Privadas representam um peso de milhares de MILHÕES de euros aos cofres públicos?

Falo de um passivo em parte ainda não reconhecido nas finanças públicas, de um rombo fora do balanço. Mas nem por isso inexistente.

Só entre 2008 e 2015 custaram 9,4 mil milhões de euros aos cofres do Estado. E os desembolsos que ainda estão por vir serão os maiores de toda a União Europeia em relação ao PIB.

É certo: não basta a trajetória da dívida pública portuguesa já ser extremamente preocupante. Ainda tem muito espaço para piorar.

Porque, além da Segurança Social e das PPP não podemos esquecer o peso da dívida da banca assumido pelo Estado.

As medidas de apoio (intervenção) só entre os bancos privados já agravaram o nosso défice em mais de 12 mil milhões de euros. Ou 7% do PIB, quase um sexto do que foi emprestado ao Estado durante o regime da troika.

E o que tem sido feito, na prática? Nada.

O Estado continua a inchar de forma estrutural.

Um exemplo claro: o governo comprometeu-se a reduzir o número de postos públicos de trabalho durante as negociações com a troika internacional.

Mas o que vemos na prática é exatamente o contrário…

Dos 10.000 postos que deveriam ser cortados, aumentámos nada menos que 3.700 esse número no último ano.

Sem contar a diminuição recente da carga horária atual da função pública em relação às 40 horas antes vigentes… E que põe em xeque a produtividade de um país que insiste em seguir na contramão dos seus pares da UE.

Na prática, isso significa que estamos de mãos atadas. Por mais que a pressão dos partidos da base governamental não fosse assim tão intensa.

Hora de fazer uma ressalva importante: de forma alguma sou contra os funcionários públicos ou serviços sociais de qualidade.

O problema é que estamos justamente a sacrificar o futuro em nome de uma dívida explosiva e do crescimento desenfreado da máquina pública.

A própria OCDE já foi a público alertar que o elevado endividamento público e privado representa um grande perigo para a sobrevivência da República e do seu bem-estar social.

Agora, pergunto, diante de tais evidências: confiaria no governo para avançar com as reformas necessárias? Ou para cuidar do seu próprio futuro?

O que está em jogo aqui é a eliminação de gastos já assumidos, cargos sem concurso e reformas que implicariam a perda de privilégios, o que naturalmente enfrenta a resistência dos grupos de interesse…

… grupos esses que, hoje, representam a grande base de apoio do governo (sindicatos, funcionalismo público e movimentos populistas).

Por isso, António Costa não realizará as reformas profundas necessárias.

Reforço: ainda que houvesse capacidade técnica para isso e a sua intenção fosse realmente fazê-las, não há base de sustentação entre os aliados e tão-pouco junto à oposição para essas mudanças.

Enquanto isso, caminhamos rumo a uma situação irreversível.

Ao COLAPSO.

5. PORTUGAL ESTÁ TECNICAMENTE FALIDO
– uma comprovação algébrica –

Até então vimos que:

  • Estamos a gastar muito e deveremos gastar mais;
  • Produzimos riqueza insuficiente (ou reduzimos a nossa capacidade de pagar essa dívida crescente);
  • Estamos a pagar juros elevados sobre uma dívida enorme.

Agora, vamos à junção desses fatores…

Segundo as mais recentes e otimistas perspetivas do Governo, o défice no ano passado ficará nos 2,3%, “confortavelmente” abaixo do limite fixado pela Comissão Europeia.

Porém, grande parte dessa contenção foi obtida através de cativações: as verbas que são congeladas pelo Ministério das Finanças aos serviços públicos de modo a conseguir manter a despesa sob controlo, foram afinal mais do dobro do que o estimado…

Para utilizar uma analogia, é como se o Estado tivesse contido a respiração durante um ano para ficar magro na fotografia.

Porém, quando voltar a inspirar, os números do défice vão explodir, sem contar com as habituais surpresas negativas (CGD, Novo Banco…)

Portanto, uma constatação se impõe:

As contas públicas vão resvalar em 2017.

Se nada for feito imediatamente, a situação só tende a piorar nos anos vindouros…

O facto é que não estamos a gerar superávit desde o início da década de 1970, mesmo tendo experimentado períodos de vacas gordas nesse intervalo.

Repare: se uma empresa desperdiça/derrete o fundo de maneio de forma recorrente, com défices consecutivos, a sua própria existência no longo prazo está em risco.

Agora diga-me: emprestaria dinheiro a esta empresa?

Por que seria diferente com Portugal?

A sustentabilidade das contas do Estado está em risco, como fruto de uma política deliberada de aumento dos gastos públicos.

E cada vez ficará pior, até Portugal atingir o ponto em que o governo simplesmente não terá mais como honrar os seus compromissos.

Não basta criar mais impostos para pagar o crescimento desenfreado nos gastos do governo e do inchaço da máquina pública.

Já nos tornámos em 2016 um dos cinco países com a gasolina mais taxada de toda a Europa, por exemplo.

E metade do que pagamos hoje na fatura da luz – a mais elevada da zona euro –, vai para impostos e taxas.

Essas medidas NÃO resolvem o problema.

Tal prática pode até mascarar a situação no curtíssimo prazo, mas é incapaz de evitar o COLAPSO da República Portuguesa nos próximos dois anos.

6. O DESFECHO DA CRISE:
AS ÚNICAS ALTERNATIVAS POSSÍVEIS

Muito juro sobre muita dívida, gastos (contratados ou não) cada vez maiores e ganhos cada vez menores é uma combinação que só pode acabar mal.

Não conseguimos mudar essa realidade mesmo com o governo defendendo a necessidade de mudanças — acabámos de ver os motivos por trás disso.

E estamos a recorrer às práticas de sempre para tentar amenizar o rombo nas contas públicas. Não aprendemos nem mesmo com a história mais recente.

Não duvide…

A situação das contas públicas nacionais abre a necessidade de um segundo resgate internacional, sob as demandas do sr. Draghi e da sra. Merkel.

É simples: lembra-se da última vez que discutimos o quanto economizaríamos ou poderíamos gastar para o pagamento das nossas obrigações? Eu não.

Após contrair uma dívida tão grande, não estaria preocupado em acumular nas décadas seguintes mais do que gasta?

E se os juros que paga sobre essa dívida dispararem, com o rebaixamento do rating da DBRS e sem novas compras do BCE?

Por isso, diante desse cenário nebuloso, a pergunta que todos devemos fazer neste momento (a incluir o governo) é:

O que ainda pode ser feito para se evitar o COLAPSO?

Basicamente, há quatro formas de resolver essa dinâmica explosiva da dívida portuguesa:

  1. Parar de crescer a dívida, a atingir um improvável superávit nas contas públicas;
  2. Atividade nacional começar a aumentar acima do custo da dívida;
  3. Renegociar a dívida pública e pedir uma nova ajuda externa;
  4. Sair da zona euro e enfrentar as consequências.

Vimos no decorrer deste documento que as alternativas (1) e (2) são inviáveis neste momento.

Temos gastos rígidos já contratados para os próximos anos.

Sem contar com uma meta de um défice de 1,8% no melhor cenário em 2017.

A hipótese de que tudo isso aconteça por mera inércia, sem realização de reformas profundas e duradouras na nossa economia é, portanto, nula.

Da mesma forma, temos pelo menos os próximos dois anos de crescimento do PIB já comprometidos, com estimativas conservadoras (do próprio governo) a indicar avanços anémicos.

Também não há qualquer perspetiva de que o nosso PIB passe a crescer exponencialmente depois desse período, acima dos juros da dívida.

Repare: uma relação dívida/PIB acima de 80% não seria um problema por si só.

Países com economias mais maduras, como os EUA (+104%), possuem uma relação dívida/PIB superior a 100%…

Há uma grande diferença, no entanto: além dos juros próximos de zero, esses países têm um PIB em trajetória condizente com a evolução da sua dívida. E como viu, esse não é o caso de Portugal.

Em suma, a combinação desses dois fatores principais (1) e (2) levaria a relação dívida/PIB do país a níveis estratosféricos.

As duas únicas alternativas possíveis, portanto, são (3) e (4): renegociar a dívida para tentar torná-la menos penosa aos cofres do Estado, com um eventual novo pedido de ajuda externa; ou sair do euro.

A simples renegociação da dívida colocaria, de uma só vez, o sistema financeiro contra o país.

A obtenção de novos financiamentos externos seria praticamente impossível. Os juros disparariam.

Sem contar a detenção de parte da dívida entre a banca nacional e empresas privadas, e que colocaria a todos em risco.

Pensa obter um empréstimo no banco? Comprar mais barato aquele produto que tanto sonha? Ficaria muito mais difícil.

A resistência a um novo pedido de resgate é também muito forte dentro da própria base do governo, sobretudo entre os mais radicais.

Pois então, chegou a hora de lidarmos com o DESFECHO dessa crise: a rutura definitiva com os mercados e, como consequência, a possível saída do euro.

A moeda única deixaria de fazer parte do nosso dia a dia. Voltaria o velho escudo

 

Mas o detalhe mais importante é que aqueles que nos representam em São Bento ou na Assembleia da República continuariam os mesmos.

Todos a gastarem (ou permitirem que se gaste) mais do que se arrecada, como há décadas e de forma ininterrupta. Nada mudaria nesse sentido.

O escudo assumiria uma forte subvalorização em relação ao euro, e aumentaria ainda mais os gastos com importação de serviços básicos, como a energia.

O Brexit já pesa fortemente sobre os britânicos, ainda que a libra nunca tenha deixado de ser adotada, ao contrário do escudo.

Com Portugal seria pior. Muito pior.

Tornar-nos-íamos numa ilha isolada em pleno continente, encerrada em si mesma e com os vícios de sempre, que nos fizeram chegar ao ponto atual.

A perda do poder de compra seria trágica.

A população armazenaria euros, dava-se uma corrida aos bancos, que, por sua vez, não aguentariam os levantamentos, a não ser que limitassem o acesso ao multibanco com apoio do governo e da respetiva autoridade monetária.

Ainda se lembra desta imagem, no início deste documento? Acompanhou estas cenas ainda há pouco tempo…

O facto é: o que estamos a fazer para evitar a transformação de Portugal numa nova Grécia no curto prazo?

Ou ainda num caso pior?

Lembre-se: o governo português não poderá ajudá-lo.

Pelo contrário, ele estará focado em salvar-se a si mesmo e poderá ainda aumentar impostos, congelar salários e dificultar o seu acesso às suas economias no banco.

Da minha parte, há uma coisa em que eu posso realmente ajudá-lo.

E ela restringe-se ao propósito de proteger o seu património nos próximos anos e procurar soluções criativas e seguras para, possivelmente, ainda incrementá-lo.

Não importa o que aconteça.

Tenho-me dedicado a isso incansavelmente nos últimos anos. E agora chegou a hora de apresentar todos os meus resultados.

7. O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA
PROTEGER A SUA FAMÍLIA

E ainda multiplicar a sua poupança de
forma segura nos próximos anos

Cada uma das estratégias aqui recomendadas é possível e muito fácil de implementar – pelo menos, por enquanto.

Uma grande espera para colocá-las em prática, porém, vai torná-las mais caras, complicadas e até mesmo impossíveis de concretizar.

Caso faça uso destas ferramentas agora, não somente estará mais preparado para lidar com o pior dos cenários, como, no meu entendimento, também poderá fazer um pouco mais de dinheiro, a montante.

E se eu estiver errado?

Aqui entra a melhor parte…

Mesmo se algum fator externo e completamente fora do radar interferir de forma a mudar completamente os rumos da crise, ainda estará preparado para se sair muito bem.

Terá todo o acompanhamento necessário. Estará sempre protegido daqui para a frente.

Reforço: as estratégias contadas a seguir são rigorosamente as mesmas que estou a utilizar também para proteger o património da minha família.

ESTRATÉGIA 1: Deixe parte do seu património
fora do alcance do governo e da banca

Isso é perfeitamente legal e mais simples do que imagina.

Falamos aqui sobre um iminente COLAPSO das contas públicas, com a falência do Estado português.

Um caso como esse configura o chamado risco sistémico — um efeito dominó que arrastaria praticamente todas as categorias de aplicações.

Os bancos atravessariam uma crise maior ainda. As empresas enfrentariam escassez de crédito. Faltaria liquidez no sistema financeiro…

Por isso, eu recomendo fortemente: parte dos seus investimentos deve ser feita fora do alcance do governo e da banca neste momento.

Isso é mais seguro e diminui a sua exposição a um caso interno de insolvência.

Há formas simples e rentáveis de investir para lá dos domínios do Estado português e da banca, de forma plenamente legal.

Para isso, precisa ter um guia confiável e independente das melhores casas de investimento e corretoras.

Com ele, terá disponível um estudo completo com a informação por onde começar a investir no mercado interno e externo com segurança e sob taxas mais atrativas.

Para começar, poderá utilizar o guia para ter acesso a este investimento a seguir. E a todas as recomendações que passará a receber regularmente.

ESTRATÉGIA 2: Invista na aplicação que NECESSARIAMENTE
precisa ter para enfrentar a crise atual

Como estamos a falar de um cenário de endividamento que saiu completamente do controlo, mesmo as aplicações mais conservadoras precisam ser feitas com todo o cuidado.

Algumas devem ser ABANDONADAS IMEDIATAMENTE.

Reforço: a aplicação em questão aqui é indispensável a TODO o portfólio de investimentos atual. Trata-se de algo fundamental para o seu património. É onde deve manter parte dos seus recursos.

Quem tiver esta aplicação estará protegido dos próximos desdobramentos da crise e poderá aumentar significativamente a poupança nos próximos dois anos com grande segurança.

Falo do que hoje é o destino da maior parte do património da minha família, e que recomendo que o adquira o quanto antes.

Pode ter retornos reais através de investimentos em obrigações, câmbios e ações. Sim, há boas aplicações nesse campo. Mas também há ótimas aplicações.

Esta é a MELHOR aplicação, dada a urgência do momento.

Também terá acesso imediato a ele. Trata-se de um guia OBRIGATÓRIO para todo o cidadão se proteger e até multiplicar o património neste momento.

Também vou dar-lhe acesso a esse conteúdo já de seguida.

Antes, deixe-me falar sobre o terceiro passo, a ser conferido imediatamente…

ESTRATÉGIA 3: Adote a filosofia que garante o sucesso
nos investimentos a mais de 2 milhões de pessoas

Falo de um relatório detalhado sobre o método aplicado pelos analistas mais bem-sucedidos em língua portuguesa. E que garante atualmente a eficácia de investimentos a mais de 2 milhões de pessoas.

Para guardar e recorrer a ele sempre que a situação económica e financeira assim o exigir. Como agora, na iminência do COLAPSO.

Porque daqui a um ano, dois, 10 ou 20 o mundo terá mudado. Mas o compromisso assumido neste documento com as suas finanças, não.

Se é daqueles que optam por deixar o património num estado catatónico, meses e anos na mesma posição, sem se mover, entenderá rapidamente neste relatório por que deve rever os seus conceitos com urgência.

E mesmo que hoje ainda não disponha de algum património relevante, poderá começar a sua preparação para ser um investidor de sucesso quando o tiver.

Estou certo de que quanto mais se dedicar ao entendimento dessa filosofia, mais rápido atingirá seus objetivos.

Poderá proteger-se nos momentos de crise. E multiplicar os seus ganhos na bonança.

Essa filosofia poderá salvá-lo a si e à sua família caso a situação piore consideravelmente. Com o COLAPSO.

#

Então, como pode começar agora a utilizar cada uma dessas estratégias?

A Empiricus Research faz pesquisa económica e financeira. É a maior casa de análises independente em língua portuguesa.

Temos uma equipa de centenas de profissionais cujo único objetivo é encontrar investimentos seguros e rentáveis. Com ideias que provavelmente não vai ouvir de mais ninguém.

Veja o que têm a dizer o Alfredo, a Catarina e o Marcos…

Caro Senhor Pedro Gonçalves,
Não sou investidor e não o fui quando poderia ter sido. Agora, aos 85 anos, o meu rendimento proveniente da minha reforma e da minha mulher de cerca 2.500€ vai quase inteirinho para as minhas despesas obrigatórias. Leio fascinado os seus escritos não só pelo seu conteúdo didáctico mas também, pela composição escorreita e expressiva que utiliza tão rara nos dias de hoje. Tenho muita relutância em reclamar mas, confesso, tenho um verdadeiro prazer em aclamar, que é o que eu estou fazendo.
Alfredo G.

Venho dar os parabéns, Pedro. A simplicidade como expõe as suas opiniões
económicas e financeiras é impressionante. Todos os dias desperto ansiosa para ter acesso aos 5 minutos que podem e mudam a minha vida financeira. São obrigatórios para abrir meus olhos.
Catarina P.

Olá, caro Pedro! Primeiro gostaria de parabenizá-lo por todas as newsletters diárias, todas muito ricas em informação, argumentação e fundamentos. Embora eu receba gratuitamente, para não perdê-las, se eventualmente houver cobrança por assinatura, eu não saberia calcular o teto para tanto valor em conteúdo. Muito obrigado e continue assim. Abraços
Marcos R.

Confesso: nada me deixa mais feliz do que receber essas mensagens diariamente.

Mas, em contrapartida, ratifico que, neste exato momento, estou verdadeiramente preocupado com os nossos leitores.

E com muitos cidadãos portugueses, trabalhadores honestos, que serão apanhados de surpresa pelos desdobramentos da crise atual.

É por isso que escrevi este documento, junto com o analista-responsável pela Empiricus em Portugal, Renato Breia.

Economista com mais de uma década de experiência, Breia já trabalhou como corretor de bolsa, gestor de fundos e nas relações com investidores.

E é por isso que eu e ele queremos enviar-lhe todos os detalhes sobre como as coisas se vão processar exatamente, com cada passo preciso para que possa proteger as suas economias e prosperar mesmo na crise.

Pode ficar parado à espera dos problemas, a ver o seu património diminuir de maneira súbita e irreparável. Ou tomar as rédeas para si, a fim de proteger ativamente o seu destino financeiro.

Pelo menos passe os olhos no trabalho seríssimo que desenvolvi. Estou convicto de que terá a informação de que necessita.

O mais interessante é que poderá ter acesso à minha pesquisa e receber tudo o que foi mencionado aqui sem nenhum tipo de risco ou obrigação.

Simplesmente deixe-me saber se gostaria de experimentar a assinatura dos meus relatórios, por meio da série CARTA EMPIRICUS.

Com ela o leitor terá acesso imediato a:

1) Relatório Especial #1: Deixe parte do seu património fora do alcance do governo e da banca, com um guia especial das melhores corretoras de investimento.

2) Relatório Especial #2: Não importa o quão difícil a situação possa ficar, certifique-se de que possui ESTE ativo.

3) Relatório Especial #3: O Prospeto – o seu sucesso financeiro depende de uma NOVA filosofia de investimento antifrágil.

4) RELATÓRIO QUINZENAL CARTA EMPIRICUS: Eu, Pedro Gonçalves, e o Renato Breia acompanhamos cada desdobramento da crise e mantenho, a cada 15 dias, o leitor a par das melhores oportunidades de proteção e retorno financeiro nos mercados português e europeu.

5) RELATÓRIO MELHORES INVESTIMENTOS PARA 2017:  A sua ferramenta obrigatória para começar a obter retornos substanciais já a partir deste ano.

6) NEWSLETTER DIÁRIA M5M: Boletim diário de investimentos com análises precisas e recomendações de investimentos. Proteção de património, aumento da renda e lucros no mercado de capitais – superiores aos encontrados em produtos financeiros comuns – estarão à sua disposição.

7) NEWSLETTER CAÇADOR DE VALOR: Boletim semanal sobre o mercado acionista. O objetivo é trazer novos conhecimentos e abordagens para investir em ações para que possa ser aplicado tanto pelo investidor principiante como pelo mais sofisticado.

Nunca é demais lembrar: além de todo este pacote de relatórios e conteúdos especiais, vou enviar-lhe um novo material a cada 15 dias, sempre à procura das melhores ideias de investimento no atual contexto.

Mas quanto custaria o acesso a todo esse conteúdo da série?

Por quanto poderia começar?

Normalmente, a assinatura da série Carta Empiricus custaria 99,99 euros (com IVA).

Mas, neste momento, pode experimentar este plano anual por uma oferta especial de lançamento, por menos da metade do preço e com o mesmo pacote de relatórios e conteúdos especiais.

O preço promocional é de apenas
49,90 euros na assinatura ANUAL.

É menos do que 5 euros ao mês.

Para receber quinzenalmente as melhores recomendações de investimento e as análises mais bem-sucedidas do mercado.

Por quê tão barato? Não estaria a depreciar assim o meu produto?

Em termos práticos, chegamos a um valor que permita que experimente o nosso serviço para ver se ele realmente se enquadra no que precisa.

Além disso, quero que o nosso conteúdo seja acessível a milhares de pessoas, de modo a potencializar o poder económico dos clientes da Empiricus como um todo.

Estou convencido de que, em conjunto, os leitores que aplicarem as ideias da série protegerão milhares de euros em património e colocarão outros milhares no bolso. Muito mais do que eu faria sozinho.

É por isso que, através desta carta, estamos a oferecer a assinatura tão barata.

Sinta-se à vontade para ponderar, e verá ainda que não há risco algum.

Isso porque, durante os primeiros 20 dias, caso leia o meu material e, por alguma razão, entenda que ele não encaixa ao seu perfil, basta solicitar a interrupção da assinatura e terá o seu dinheiro reembolsado.

Por outras palavras, ao concordar com os termos aqui apresentados, estará apenas a experimentar o meu trabalho para ver se gosta – mas com acesso na íntegra aos 7 conteúdos especiais para começar a agir desde já.

Espero que considere seriamente a minha oferta. Do fundo do coração, tenho convicção de que esta será uma das melhores decisões financeiras que tomará em toda a sua vida.

Para começar, clique no link abaixo que vai levá-lo a uma página 100% segura para confirmar a sua assinatura.

A sua ordem será processada imediatamente e terá acesso a todo esse meu trabalho na mesma hora.

CARTA EMPIRICUS
Clique aqui para ter acesso imediato a todo o conteúdo

Vemo-nos a seguir.

Um abraço,

Pedro Gonçalves


Se quiser conhecer mais sobre a Empiricus Portugal, aceda ao nosso site em www.empiricus.pt ou mande um email para research@empiricus.pt. Se tiver dúvidas sobre as assinaturas, mande um email para atendimento@empiricus.pt

Consulte também nosso Disclosure e nossa Política de Privacidade.

Empiricus Research Portugal LDA
NIPC 513664793


Avenida da Liberdade, 110 – 1269-046
Lisboa - Portugal